sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Google confirma Brasil entre países com loja paga de aplicativos Android

Empresa anunciou mais 18 países que contarão com apps pagos.
Loja deve chegar aos clientes brasileiros nas próximas duas semanas.


Brasil passa a contar com loja paga de aplicativos para Android 
Brasil passa a contar com loja paga de aplicativos
para Android. (Foto: Reprodução)
O Google anunciou nesta sexta-feira (1) que os brasileiros passarão a ter acesso à loja paga de aplicativos do sistema operacional Android nas próximas duas semanas. Na terça-feira (28), o site TechCrunch já havia publicado que o Brasil passaria a contar com a “Android Market Store” paga.
Outros 17 países também foram confirmados: Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, Cingapura, Coreia do Sul, Dinamarca, Finlândia, Hong Kong, Irlanda, Israel, México, Noruega, Nova Zelândia, Portugal, Rússia, Suécia, Suíça e Taiwan.
A loja paga de aplicativos para Android já está presente em 14 países: Áustria, França, Alemanha, Itália, Japão, Holanda, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.
No blog oficial do Android, a empresa ainda divulgou que desenvolvedores de mais 20 países, com a inclusão do Brasil, poderão vender seus aplicativos pagos na loja do Android.

TSE recomenda ?cola eleitoral' para reduzir atraso em votação


Preocupado com o impacto do tempo de votação nas Eleições 2010, que compreende a escolha de seis cargos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda que o eleitor leve uma ?cola' com os números de seus candidatos.
"Estamos instruindo o eleitor para ele leve para a cabina de votação a ?cola', que já defina seus candidatos e possa realizar seu voto com a maior celeridade possível, o que certamente vai impactar no resultado final", afirma o Secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, em entrevista ao Valor.
Segundo Janino, o tempo de votação na seção eleitoral pode gerar filas nas seções eleitorais, retardando o fechamento da apuração.
Este ano, o TSE elevou em seis vezes a capacidade de processamento para a apuração e totalização dos votos de 136 milhões de brasileiros. A rede de comunicação dos 3 mil cartórios eleitorais com os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e o TSE também conta com uma velocidade 600% superior na comparação com a última eleição.
"Fazendo um comparativo, na eleição de 2008, nós tínhamos dois cargos - prefeito e vereador", lembra Janino. Na época, o TSE processou uma média de 300 mil votos por minuto. "Agora temos seis cargos para votar, apurar, atualizar e divulgar. Isso impacta em todas as fases da eleição", afirma.
O site do TSE oferece um aplicativo para que o eleitor digite sua cola e imprima para levar à votação. Já a ferramenta online do jornal O Globo integra o banco de dados de candidatos do TSE, permitindo a busca por nomes e números para o preenchimento automático da cola.
(Daniela Braun | Valor)

A 2 dias das eleições, paira a dúvida sobre 2º turno


Eleitores de todo o país iniciaram hoje um período de reflexão prévio às eleições do próximo domingo, com a dúvida sobre se a presidenciável Dilma Rousseff (PT) receberá os votos suficientes para vencer o pleito já no primeiro turno ou se haverá necessidade de um segundo turno.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que promoveu a imagem de Dilma com a ajuda de sua popularidade recorde, manifestou confiança na vitória da candidata, mas não foi tão contundente ao ser interrogado sobre um eventual segundo turno, em 31 de outubro.
"Estou convencido de que a maioria do povo quer a continuidade do Governo, que tem uma aprovação de 80%", destacou hoje Lula à imprensa após participar de um ato oficial na cidade de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.
Lula ressaltou que a candidata petista "tem todas as condições para ganhar as eleições no domingo" e que só resta esperar para ver se o triunfo previsto pelas pesquisas se confirma.
Até pouco tempo atrás, as pesquisas de opinião apontavam Dilma com intenções de voto suficientes para ascender à Presidência já no primeiro turno, mas as três pesquisas divulgadas nesta semana suscitaram dúvidas entre analistas e eleitores.
Segundo a pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, a candidata da situação receberia 47% dos votos, enquanto José Serra (PSDB) teria 28% e Marina Silva (PV) obteria 14%.
Se levados em conta só os votos válidos (excluídos os brancos e nulos), Dilma venceria com 52%, deixando Serra com 31% e Marina com 15%.
Como a pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, as intenções de voto pela petista pode chegar a 50%, ou seja, no limite para ganhar a Presidência no primeiro turno.
Os próprios candidatos consideravam que o único fator que poderia pesar na balança para algum dos lados seria o debate televisivo promovido na noite desta quinta-feira pela "TV Globo", o último antes das eleições, mas não houve proeminência de nenhum deles, sobretudo pela falta de confronto direto entre Dilma e Serra.
Embora os analistas esperassem que Serra iria aproveitar o debate para questionar Dilma sobre os escândalos de corrupção no Ministério da Casa Civil, o tucano se absteve de fazer-lhe perguntas.
A petista se manteve na defensiva nas últimas semanas pelas denúncias de tráfico de influência que derrubaram no dia 16 de setembro a então ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, sucessora de Dilma e durante muito tempo a principal assessora da atual candidata, e pelos rumores de que a petista defende a descriminalização do aborto.
A campanha eleitoral em rádio e televisão terminou oficialmente ontem, mas os candidatos ainda podem sair às ruas para pedir votos.
Mesmo assim, Dilma preferiu viajar a Porto Alegre para participar do batismo de Gabriel, seu primeiro neto, acompanhada de um dos fotógrafos de sua campanha, após ser questionada nos últimos dias sobre sua opinião em relação ao aborto.
A candidata governista insistiu que respeitará "todas as religiões e a vida em sua concepção integral".
Por sua vez, Marina Silva participou de uma passeata no Viaduto do Chá, no centro de São Paulo, onde seus simpatizantes comemoraram sua ascensão nas pesquisas.
"Estaremos no segundo turno. O que as pesquisas estão mostrando é muito menor do que vocês estão vendo aqui nas ruas", declarou.
Serra, por sua vez, percorre nesta tarde as ruas de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, em busca de votos que o levem ao segundo turno com Dilma.

Google cria formato de imagem que promete dar fim ao JPEG


A Google Inc. criou um novo formato de imagem, capaz de gerar arquivos até 40% menores que os populares JPEG. A ideia é tornar a internet mais leve.
Há um bom tempo o formato JPEG se estabeleceu como tipo de imagem mais aceito por vários softwares e sites, como serviços de compartilhamento online de imagens, browsers, editores de fotografias, vídeo e até por dispositivos físicos como câmeras digitais. Ele tem larga compatibilidade e aceitação.

Segundo o site Mashable, a gigante Google ainda não está satisfeita. Ela criou um novo formato, que foi chamado de WebP (a pronúncia é ¿Uépi¿, segundo a empresa), que chega a ser 40% menor que o JPEG e também utiliza uma técnica de compressão de dados com perdas.

A companhia estima, como informa o site CNET, que 65% da internet é formado por imagens. Portanto, o WebP (Uépi, não esqueça), pode fazer que internet fique 25% mais rápida. E se alguma empresa está apta a realizar essa nova revolução, é a Google.
A diferença deste novo formato está no enxuto bitstream do codificador VP8, um codec originalmente criado para comprimir keyframes em vídeos, aliado ao "recipiente" RIFF, que possui, entre outras coisas, um cabeçalho otimizado. Todo o código fonte do WebP é livre, e não há dúvidas de que a empresa pretende fazer deste o formato mais popular e mais aceito, a exemplo do que acontece com o JPEG hoje.
A Google já lançou, inclusive, uma ferramenta para conversão de imagens do tipo BMP, JPEG, GIF e PNG para o novo formato. O download do seu instalador pode ser feito através do link http://bit.ly/WebPInstall. Ele funciona apenas no Linux, por enquanto.
"Além de um programa de conversão para o Windows, esperamos ter, dentro de algumas semanas, suporte nativo para WebP no Chrome", disse Richard Rabbat, Gerente de Produtos da Google. Com a rápida adoção desse navegador, que vem "comendo" fatias de mercado do Internet Explorer e de seu maior rival, o Firefox, é bem provável que o novo formato de imagem se popularize dentro de alguns anos.
Os dados técnicos e alguns comparativos entre os formatos pode ser encontrados no site onde o estudo feito pela Google foi publicado, disponível em bit.ly/d49L0s.
O JPEG
Criado em 1983, seu algoritmo utiliza compressão de imagem com perda de dados, uma técnica chamada lossy data compression, mantendo uma qualidade mínima em relação ao arquivo original, mas que destrói certos detalhes da imagem. Em relação ao formato Bitmap (BMP), mais utilizado na época e que não possui esta compressão, os arquivos chegam a ser dez vezes menores. Em outras palavras, uma foto com mais de 3 MB em BMP, pode ser convertida para JPG, com cerca de 200 kB.
Mas a perda de qualidade é evidente. É fácil comparar: pegue uma imagem BMP, não compactada portanto, e converta-a para JPEG. Depois, abra a nova imagem JPEG com um programa de edição e dê zoom: muitas "falhas", normalmente chamadas (em uma tradução um tanto incorreta) de "artefatos", aparecerão. Compare as duas imagens lado a lado.
Mas a compressão do JPEG é benéfica. Sem ela, teríamos uma internet muito mais lenta. Páginas com muitas imagens demorariam vários minutos para abrir. Internet móvel seria um teste de paciência até para as pessoas mais calmas.

Primeiro notebook 3D fabricado pela LG no Brasil chega às lojas


 
Notebook converte fotos, vídeos e jogos em 2D para 3D e vem com dois óculos de matriz passiva

O primeiro notebook com tecnologia 3D fabricado pela LG no Brasil começa a ser vendido hoje. Trata-se da versão 3D do modelo R590, que não reproduz conteúdo 3D. O novo modelo possui tela polarizada de 15,6 polegadas e vem com dois óculos 3D, um convencional e outro do tipo “clip-on”, que permite acoplar o acessório a qualquer outro óculos. “Por não usarem bateria, o preço desses óculos será até 50% menor”, diz Fernando Fraga, gerente da linha de produtos de notebooks da LG.

Para reproduzir conteúdo em 3D, o usuário acessa um aplicativo pré-instalado no notebook, chamado TriDef 3D. Por meio dele, o usuário abre fotos, vídeos ou jogos armazenados na memória do aparelho ou em mídias de DVD ou Blu-ray. Com o software, também é possível converter fotos, vídeos e jogos em 2D para 3D. “Com esse recurso, o usuário já pode experimentar o 3D assim que compra o produto, pois o conteúdo que ele já tem pode ser convertido”, diz Fraga.
O notebook R590 3D é equipado com a placa de vídeo NVidia GeForce DDR3 com 1 GB de memória dedicada. Além disso, possui processador Intel Core i7, o mais avançado da linha, e sistema de som SRS Trusurround HD, que simula o som no formato 5.1. O equipamento pesa 2,67 kg, já com a bateria de seis células, tem 4GB de memória e HD de 640GB Sata.
Além das entradas USB e HDMI, o notebook vem com a entrada e-Sata, que permite conectar alguns modelos de HD externo. “O usuário transfere ou faz backup de arquivos no HD externo até seis vezes mais rápido do que por meio de USB”, diz Fraga. O usuário também encontra um leitor de cartões que suporta até cinco tamanhos de memórias diferentes. O produto será vendido nas lojas por R$ 6.499.
Análise
O iG testou o produto e a conversão funciona (ou seja, garante o efeito de profundidade) no caso das fotos em 2D. No caso dos vídeos, o efeito de profundidade é menor e não garante a mesma experiência de assistir um filme em 3D. Durante o evento de lançamento, os jogos não estavam disponíveis para demonstração.
O aparelho está disponível apenas na cor branca (com interior em preto) no Brasil. Segundo a empresa, provavelmente os usuários não conseguirão reproduzir conteúdo em 3D em TVs 3D fabricadas pela LG por meio da porta HDMI. “A matriz das TVs é ativa enquanto do notebook é passiva, ainda não fizemos testes para demonstrar que o recurso funciona”, diz Fraga. 

Beto Richa faz passeata em Maringá

  • Na última visita a Maringá antes das eleições de domingo, o candidato ao governo do Estado, Beto Richa (PSDB), disse ser vítima no episódio envolvendo as pesquisas dos institutos Vox Populi, Ibope e Datafolha impugnadas a pedido da coligação dele.

    "Não tenho esse poder de impugnar pesquisa. Deviam questionar a Justiça Eleitoral do Paraná, que é o órgão competente para tomar tal decisão". A declaração foi dada ontem pelo tucano, que desembarcou no Aeroporto Sílvio Name Júnior, às 18 horas.
    Rafael Silva
    O candidato distribuiu santinhos e posou para fotos com os eleitores
    Beto alegou que havia distorções nas pesquisas e que a queixa foi aceita pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por sete votos a zero. "O que existe na verdade é uma queda de braço entre os institutos de pesquisa e a Justiça Eleitoral do Paraná", alegou.

    O candidato permaneceu duas horas em Maringá. Em passeata que começou no Terminal Urbano, Beto foi para o corpo a corpo com o eleitor. Caminhou três quadras até um shopping no Centro da cidade, onde distribuiu santinhos e posou para fotos, sempre na companhia do prefeito da cidade Sílvio Barros (PP). Às vinte horas, ele embarcou rumo a Londrina, onde participaria de comício.